![]() |
|
CURSOS DE GRADUAÇÃO |
Notícias ULBRAInstitucional |
.: Acadêmica de Direito recebe Menção Honrosa :.
A acadêmica Letícia da Silva Nigris atualmente cursa Direito
na ULBRA Carazinho, sendo que ao encerrar a atual fase acadêmica pretende
atuar nas áreas do Direito Civil e Penal, tendo em vista a experiência
profissional adquirida no decorrer do curso, por meio de estágios
desenvolvidos na 1ª Vara Criminal de Carazinho, juntamente com o Dr.
Orlando Faccini Neto e na Promotoria de Justiça Especializada, juntamente
com a Dra. Clarissa Ammélia Simões Machado. A aluna se destaca
por estar sempre receptível a novas experiências que engrandeçam
o nível de conhecimento e aprendizagem, principalmente nesta fase
de iniciação profissional. Já no âmbito internacional, o terrorismo e as políticas de tolerância zero são o maior demonstrativo da utilização desta corrente. No entanto, o risco se torna evidente a partir do momento em que o inimigo possa ser um indivíduo inocente, que, ao ser assim denominado, em situação mais extremas, sequer terá a chance de defesa. “Tal fato torna qualquer um suscetível de barbáries a serem cometidas pelas autoridades que, por outro lado, passam para a sociedade uma visão de combate eficaz e preventivo da criminalidade, algo, em verdade, irreal”, menciona. Letícia explica que no Brasil, a corrente começa a ser utilizada em diversas áreas do direito, e pode ser observada, em especial, na legislação que trata da vida no cárcere, a Lei de Execuções Penais. “O combate ao crime organizado, em evidência atualmente, é algo que, na realidade, só existe e tem lugar pela falha do sistema carcerário, e a teoria em comento oferece meios à administração de punir os indivíduos nele inseridos, de maneira a renegar os direitos humanos garantidos em nossa Constituição, simplesmente, então, pelo fato de o Estado não conseguir dar a estrutura correta para o devido funcionamento do sistema”, completa ressaltando que diante da situação grave que o país encontra-se neste quesito, medidas emergenciais são necessárias, porém, o seu caráter deve ser de exceção, sendo inaceitável a utilização de forma permanente, conta. Assim Letícia averiguou que a nua realidade aponta para a existência de um ciclo negativo, pois na medida em que a teoria é adaptada ao ordenamento jurídico, diminuindo parcialmente os anseios sociais e fazendo com que a lei penal se torne mais eficaz, suprindo em parte suas deficiências, fere uma outra parcela, a transgressora da norma, que, mesmo apresentando condutas desviadas, carece de maneira talvez muito mais urgente de concretização de seus direitos fundamentais. “Ou seja, aplicar a teoria não faz com que a inserção do indivíduo no contexto da marginalidade seja evitada e diminuída, o que seria a chave para cessar tal ciclo vicioso, mas sim, o esconde dos olhos da coletividade, que a partir do momento que não mais o vê, simplesmente ignora sua existência”, complementa a acadêmica.
| |
|
Ulbra Carazinho - BR 285 KM 335 · Carazinho/RS · Cep 99500-000 · Fone: (54) 3329.1111 · Fax:
(54) 3329.1130
| |